Liga Nacional: Unifor (CE) que estreou com vitória, perde em sua segunda partida


 A equipe do ABC paulista superou a Unifor (CE) por 3 sets a 1 (25/20, 20/25, 25/14 e 25/18), na segunda rodada da competição, que acontece na Arena Multiuso, em Brusque (SC), e manteve a invencibilidade.

Com a vitória sobre a Unifor, que também estreou com resultado positivo na Fase Final da Liga Nacional, o São Caetano chega a seis pontos ganhos. A equipe nordestina segue com três pontos acumulados.

A líbero Tatiana, que antes de chegar ao São Caetano defendeu a Unifor por quatro temporadas, destacou o poder de adaptação do time durante a partida contra as cearenses.
“A Unifor tem um estilo de jogo muito diferente do nosso, com grande força na defesa e volume de jogo, e demoramos um pouco a nos adaptar ao ritmo delas. Passei por lá e sei que são atletas muito aguerridas, que não desistem. Quando encontramos o nosso ritmo, passamos a jogar bem e conseguimos mais uma vitória importante. Estamos muito focadas no objetivo de disputar a Superliga e esperamos seguir crescendo no decorrer da Fase Final”, diz a defensora, de 24 anos. 

Na Fase Final, os seis times se enfrentarão em turno único. Ao final, o terceiro e quarto lugares jogam pela disputa da terceira colocação e as duas equipes de melhor campanha se encaram na briga pelo título. O campeão da Liga Nacional Feminina terá vaga garantida na Superliga Feminina 2012/2013, desde que preencha os pré-requisitos exigidos para a disputa da principal competição entre clubes do país.

TABELA E RESULTADOS:http://www.cbv.com.br/v1/liganacional/jogos.asp?cat=fgF
GALERIA DE FOTOS:http://www.cbv.com.br/v1/imprensa/abrir.asp?id=1342

*CBV

Liga Nacional: Unifor busca vaga na Superliga B com novos membros na equipe


Entre os dias 20 e 25 de agosto, a cidade de Chapecó sediará a etapa final da Liga Nacional de vôlei. O Nordeste será representado pela Universidade de Fortaleza- Unifor. Além do time cearense, disputam a competição o campeão do grupo  II; Monte Cristo (GO), campeão do Grupo III; São José dos Campos (SP), campeão do Grupo IV e Aprov/Chapecó (SC), campeão do Grupo V, além de um time convidado pela CBV.

A equipe de Fortaleza  chegou a final  regional em Salvador, com 100% de aproveitamento, vencendo na final o Vitória da Bahia por 3 sets a 1. A disputa em Chapecó exigirá um bom desempenho do grupo, liderado pelo técnico Luís Marcelo, que neste ano já venceu a Liga Norte/Nordeste Universitária.

Luís Marcelo se mostrou preocupado com os desfalques na equipe que irá para Santa Catarina. Devido ao trabalho, dois jogadores importantes ( Walla e Alysson)  não poderá viajar. A solução encontrada foi o convite a três jogadores baianos, do Vitoria.  

Gindson Soares e Lailson
Os talentosos Lailson Costa que chegou recentemente da Líbia, Gindson Soares e Marlon Jackson foram às apostas para esta fase,  que garante acesso a Superliga B.  Os levantadores: Renan Amora e Rafael cartaxo; pontas: Cícero Tavares, Gindson Soares e Jhonathan Queiroz; meios: Werberson Souza, Marlon Jackson e Anderson Josué; opostos: Lailson costa e Gusttavo Lemos; liberos: Juninho lima e Ualisson Igor completam o grupo cearense. 

Ícaro/Jô e Naiana/Luciana são os campeões em Teresina


Depois de três dias de muitos jogos e calor intenso, chegou ao fim a 15ª etapa do Circuito Estadual Banco do Brasil Vôlei de Praia, encerrada neste DOMINGO (12.08), em Teresina (PI). O torneio disputado no Clube do Vôlei Teresina, última etapa do Grupo 1 da competição nesta temporada, teve as duplas Ícaro/Jô (PB) e Naiana/Luciana (CE) no topo do pódio.

Composto por Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, o Grupo 1 do Circuito Estadual Banco do Brasil encerrou seu calendário de disputas na temporada 2012 com a competição realizada na capital piauiense.

No torneio masculino, os paraibanos Ícaro e Jô garantiram o título superando o conterrâneo Gilmário e o carioca Carlos Luciano por 2 sets a 1, parciais de 21/23, 21/16 e 15/8 na decisão. A terceira posição ficou com a dupla Lipe/Léo Vieira (CE/DF), que bateu os locais Colé e Raphael Pereira por 2 sets a 0 (21/9 e 23/23).

O título em Teresina valeu à dupla paraibana o título do Grupo 1 do Circuito Estadual Banco do Brasil. Ícaro e Jô fecharam a temporada na ponta do ranking da região, com um total de 1.640 pontos, superando Bernardo Lima e Yuri (CE/BA), que totalizaram 1.480 com a quinta colocação da etapa piauiense.

No feminino, a vitória em Teresina foi das cearenses Naiana e Luciana, que na decisão derrotaram Neide e Júlia Schmidt (AL/ES) por 2 sets a 1, parciais de 21/17, 20/22 e 15/10. A baiana Aline e a paraibana Bruna completaram o pódio depois de derrotarem as piauienses Lilian e Aline Nascimento por 2 a 0 (21/10 e 21/13) na disputa de terceiro lugar.

"Foi nosso último torneio jogando juntas nessa temporada, conversamos bastante antes desse torneio e definimos jogar o mais alegre possível e nos divertimos muito e tudo deu muito certo, fizemos um jogo super difícil contra a Aline e Bruna, vencemos o jogo da final que foi outro grande desafio e estamos muito contente com esse título", comenta a campeã Luciana. 

Falando ainda sobre o título a cearense Naiana dedicou o título a toda comissão técnica.

"Esse título eu dedico a toda comissão técnica que joga sempre junto conosco, torce por nós e quando vencemos e perdemos estamos sempre juntos. Estou muito feliz, esse título foi conquistado com muito suor, os torneios aqui em Teresina sempre são sob o Sol escaldante e vencer aqui é sempre um desafio", comenta a cearense Naiana.

A baiana Alba e a alagoana Rosimeire Lima, que terminaram a etapa piauiense em quinto lugar, foram as campeãs da região, com 1.120 pontos. Com a terceira colocação, Aline e Bruna saltaram para a segunda posição no ranking, com 920 pontos conquistados.

*Voleinet

LIGA NACIONAL FEMININA: Unifor conquista a primeira vitória da Fase Final



É da Unifor (CE) a primeira vitória da Fase Final da Liga Nacional Feminina de Vôlei 2012. A equipe cearense saiu perdendo, mas reagiu e superou a AABB/DF (DF) por 3 sets a 1, parciais de 19/25, 25/21, 25/13 e 25/23, na tarde desta SEGUNDA-FEIRA (13.08). A etapa decisiva da competição acontece na Arena Multiuso, em Brusque (SC).

Capitã do time cearense, a levantadora Ivnna, de 31 anos, comemorou a vitória na estreia e destacou a eficiência do saque da equipe no duelo com as brasilienses.
“Fizemos um jogo muito bom. As estreias são sempre complicadas e, para o nosso time, mais ainda, já que disputamos poucas competições ao longo do ano na nossa região e sentimos falta do ritmo de jogo. Começar bem nos dá uma motivação a mais para tentarmos seguir vencendo. O saque funcionou muito bem e isso foi extremamente importante”, analisa a levantadora.

Técnico da AABB/DF, Horcival Júnior acredita que a inexperiência e a queda de produtividade no saque de sua equipe foram os fatores que mais contribuíram para a virada das cearenses.

“Nossa equipe é muito jovem e não conseguiu sustentar o padrão de jogo durante a partida. Fomos bem no primeiro set e em parte do segundo, até que nosso saque parou de funcionar e o jogo ficou muito complicado. Seguimos sacando mal no terceiro set e só conseguimos nos recuperar no quarto set, quando tivemos chances de vencer, mas não conseguimos. Pagamos um preço muito alto por termos perdido a força no saque”, acredita o treinador.
A equipe cearense volta à quadra nesta TERÇA-FEIRA (14.08), às 15h30, para enfrentar São Caetano (SP). Quatro horas depois, a AABB/DF jogará contra a Abel/FME/Brusque (SC).

A rodada desta segunda prossegue com mais duas partidas: São Caetano (SP) x ADC-Bradesco (SP), às 17h30, e Abel/FME/Brusque (SC) x Ferroviário (RO), às 19h30.

Na Fase Final, os seis times se enfrentarão em turno único. Ao final, o terceiro e quarto lugares jogam pela disputa da terceira colocação e as duas equipes de melhor campanha se encaram na briga pelo título. O campeão da Liga Nacional Feminina terá vaga garantida na Superliga Feminina 2012/2013, desde que preencha os pré-requisitos exigidos para a disputa da principal competição entre clubes do país.



*CBV

Jaqueline desabafa, ganha homenagem de Paula Pequeno e chora


As ponteiras Jaqueline e Paula Pequeno, bicampeãs olímpicas pela Seleção Brasileira feminina de vôlei, deram neste domingo um exemplo de companheirismo fora das quadras. Um dia após a conquista da medalha de ouro na Olimpíada de 2012, as duas compareceram ao evento de um patrocinador, onde o depoimento emocionado de Jaqueline ganhou a solidariedade de Paula Pequeno - que, por sua vez, emocionou a colega.
Perguntada sobre seu bom desempenho na vitória por 3 sets a 1 contra os Estados Unidos, Jaqueline se lembrou de todo o ciclo olímpico, no qual passou por diversas dificuldades dentro e fora da quadra - entre elas, o aborto sofrido em 2011 e o susto protagonizado nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, quando uma queda em quadra provocou uma fratura cervical no pescoço e a tirou das competições.
"Foi espetacular por tudo que eu passei. Tive que operar o joelho, perdi um bebê, tive uma pancada na cervical e nem gosto de falar sobre isso, poderia ter ficado paraplégica. Ajudar o Brasil como eu pude ajudar me deixa muito feliz", afirmou a atleta.
Após a declaração da companheira, Paula Pequeno tomou o microfone de surpresa e deu um breve depoimento. "Você merece muito. Superou as expectativas, carregou o piano", disse a atleta do Fenerbahce. As duas se abraçaram e se emocionaram, e Jaqueline chorou, ganhando aplausos dos presentes no local.
As duas lembraram ainda do mau início do Brasil nos Jogos Olímpicos de 2012. Na primeira fase, o time venceu três dos cinco primeiros jogos e só avançou graças à vitória dos Estados Unidos por 3 sets a 0 sobre à Turquia, combinada à vitória brasileira pelo mesmo placar sobre a Sérvia. Nas quartas de final, a Seleção Brasileira venceu a Rússia por 3 a 2 de forma dramática, salvando seis match points para se classificar.
"A partir do jogo da Rússia, despertou tudo aquilo que a gente precisava", analisou Paula Pequeno. "Naquele momento, ter superado os match points a favor da Rússia... A gente só viu que a gente podia fazer mais", completou.
A opinião foi semelhante à de Jaqueline. "O Brasil sempre tem a pressão. Começamos mal o campeonato, mas foi uma fase que a gente conseguiu superar", afirmou, comemorando a presença da mãe, Joseane Pereira, em Londres. "Essa aqui foi meu guru, independente das dificuldades que a gente passou no começo da Olimpíada", declarou.
*Terra 

Zé Roberto explica por que apostou na pernambucana Dani Lins e cortou Fabíola para as Olímpiadas


Apesar de não estar presente na coletiva de imprensa desta segunda-feira (13), a levantadora Dani Lins foi citada em alguns momentos. De Fernandinha,ganhou elogios pelas belas apresentações na campanha do bicampeonato olímpico. Já o técnico Zé Roberto explicou por que apostou na pernambucana e cortou Fabíola, então favorita à vaga. 
 
“A Fabíola e a Dani têm estilos muito parecidos, enquanto a Fernandinha é completamente diferente. A Fernanda poderia mudar o estilo do jogo em um momento. Acontece que a Dani, todas as vezes que entrou, entrou muito bem. Isso deu uma tranquilidade muito grande. A Dani entrava com uma naturalidade muito grande. E a gente não pode esquecer que a Dani também foi titular em alguns campeonatos”, destacou Zé Roberto.

Dani Lins chegou a Londres na condição de reserva de Fernandinha. Após três apresentações irregulares da equipe, que resultaram em duas derrotas (para Estados Unidos e Coreia do Sul), o treinador resolveu promover a jogadora do Sesi-SP. A mudança surtiu efeito, e atletas como Fabiana, Thaísa e Sheilla subiram de produção. Como resultado, o Brasil não perdeu mais nenhum jogo até o bicampeonato olímpico. 

“A gente achou que para o momento a Dani estava melhor. No treino, a Dani se mantinha da mesma maneira, tranquila. A Dani parecia que estava jogando um campeonato qualquer. Não sei se ela tinha dimensão do que estava jogando, a gente olhava para ela e pensava: ‘será que ela sabe que está jogando uma Olimpíada?’. Em nenhum momento, a gente via a Dani para baixo”, lembrou o tricampeão olímpico.

Outro ponto que fez Zé Roberto optar pela troca foi a confiança que as atacantes deram para Dani Lins. Com muitas delas, como Fabiana, Thaísa e Sheilla, a armadora já havia jogado também em clubes, situação diferente da de Fernandinha. “Todas acreditavam na Dani. Nunca vi a Dani cometer tão poucos erros na minha vida. Pra mim, foi uma das levantadoras que mais brilhou em Jogos Olímpicos”, elogiou o comandante.

*saqueviagem

Pernambucanas do vôlei, Jaqueline e Dani Lins conquistam ouro olímpico

O vôlei em Pernambuco continua a ser basicamente um esporte amador. Mas duas das principais responsáveis pela histórica recuperação do time feminino do Brasil em Londres mostram que o estado ainda forma bons jogadores. A levantadora Dani Lins e a atacante Jaqueline começaram suas carreiras no Sport Recife e, assim como Marcelo Negrão e Pampa em Barcelona 1992, no histórico primeiro ouro do vôlei masculino, a levantadora e a ponteira trouxeram duas medalhas para Recife.  
As duas belas atletas, no entanto, superaram muitas dificuldades antes mesmo de chegarem a Londres. A campanha brasileira na Olimpíada de 2012 foi marcada pela histórica virada sobre a Rússia, por 3 sets a 2, depois de salvar seis match points. Mas, antes disso, Danielle Rodrigues Lins precisou disputar uma vaga na equipe olímpica, que só foi confirmada com o corte de Fabíola depois de ganhar a posição da titular Fernandinha.  
Já Jaqueline Maria Pereira de Carvalho, uma das principais passadoras da equipe, precisou esquecer o trauma dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, quando na primeira partida sofreu concussão cerebral e uma fratura cervical ao se chocar com a líbero Fabi.  
Os 207 dias que Jaqueline passou em recuperação coincidiram com um momento de queda de rendimento do time brasileiro. Contudo, ela ainda voltou a tempo de participar do pré-olímpico e ajudar o time do treinador José Roberto Guimarães a assegurar a vaga em Londres. A ponteira, que no início da carreira se dividia entre vôlei e basquete, hoje é uma das principais responsáveis pela boa recepção do time e também uma das opções de segurança da levantadora Dani Lins no ataque.  
As duas, por sinal, se conhecem desde os tempos de categorias de base do Sport. E seguiram a mesma trajetória em direção a São Paulo e depois começando a figurar nas convocações das Seleções de base. Jaqueline vestiu a camisa amarela pela primeira vez em 2001, no Mundial Juvenil, enquanto a levantadora chegaria a esse estágio dois anos mais tarde.
 
 

**Globo esporte

Dani Lins: Ela superou todas as críticas e ajudou a seleção na conquista da medalha de ouro


"Pani Lins",  " levantadora sem experiência",  "a seleção não tem uma levantadora pronta para Londres", a "Dani vai amarelar" e os cometários do senhor, Bruno Voloch sobre a  levantadora da seleção brasileira, definitivamente denegriam a imagem da pernambucana, que foi  por muitas vezes criticados por pessoas no nosso perfil.
 O fato é, que nada, nada atingiu a Dani Lins, que nem se esforçou em responder as tantas críticas feita a ela. A Dani mostrou em quadra o seu potencial deu a volta por cima e  hoje veio a consagração, a medalha tão almejada por qualquer jogadora de vôlei.  
Orgulho de ter você como representante, orgulho de acreditar sempre em seu trabalho. Com certeza,  essa medalha tem um sabor muito mais especial para ela. 

"Título da superação. Título que eterniza uma geração. Título que faz de José Roberto Guimarães um tricampeão olímpico. Então, ele não fez uma boa escolha?!'

Juliana e Larissa são recebidas com faixas, flores e até banda no Ceará


Depois de oito anos de dedicação, a volta para casa com a sensação de dever cumprido e a medalha de bronze no pescoço. As brasileiras Juliana e Larissa desembarcaram, nesta sexta-feira, em Fortaleza (CE), cidade onde construíram uma história marcada por vitórias e superação. As atletas foram recebidas pelos amigos, familiares e torcedores, com faixas e flores no Aeroporto Internacional Pinto Martins. A comemoração teve até uma banda de música. Na próxima quinta-feira, a dupla parte para um novo desafio na Polônia. Em busca do hepta no Circuito Mundial, a equipe vai disputar o Grand Slam de Stare Jablonki, 10ª etapa da temporada.
Juliana, que defendeu o Brasil nas Olimpíadas pela primeira vez, comentou sobre a experiência e agradeceu o carinho dos brasileiros e, mais especificamente, dos cearenses.
- Disputar as Olimpíadas é algo diferente e ganhar uma medalha torna essa participação diferenciada e representa muito para nós. Eu sou de Santos e a Larissa é do Espírito Santo, mas nos consideramos cearenses. Fortaleza representa uma grande virada na nossa vida e é uma satisfação enorme levar o nome do Ceará pelo mundo afora.
Em sua segunda participação nos Jogos, depois do quinto lugar ao lado de Ana Paula, em 2008, Larissa comemorou a conquista da inédita medalha olímpica pela dupla, que é hexacampeã do Circuito Mundial, bicampeã pan-americana, pentacampeã brasileira e campeã mundial.
- São oito anos juntas, várias competições, e só agora conseguimos jogar juntas uma Olimpíada. O sentimento em 2008 não foi o mesmo porque não tinha a Juliana ao meu lado. No fim do último jogo, nos abraçamos, olhamos uma para outra e não precisamos dizer nada. Já tínhamos ganhado tanta coisa, mas realmente a Olimpíada tem um gostinho especial. Merecíamos fechar o ciclo olímpico com esta medalha, que, para nós, tem gosto de ouro - observa Larissa. 
*Globo Esporte

Sexta-feira de semifinais no vôlei masculino em Londres


O torneio de vôlei masculino da Olimpíada de Londres irá conhecer nesta sexta-feira seus dois finalistas. De um lado da semifinal, a surpreendente Itália, depois de eliminar os americanos, atuais campeões olímpicos, pegam, às 15h30, o Brasil. Do outro, a Bulgária enfrenta a Rússia, que deixou para trás a Polônia, campeã da última Liga Mundial, às 11h.
 Na Seleção Brasileira, a sensação é que a semifinal acabou ficando mais fácil do que o esperado. Todos previam um confronto com os EUA nesta fase, reeditando a última final olímpica em Pequim-08, quando os americanos levaram a medalha dourada. Os italianos, no entanto, aprontaram nas quartas de final e despacharam a seleção americana com um incontestável 3 a 0. O Brasil, que também passou de passagem pela Argentina com um 3 a 0 protocolar, não deve contar com o oposto Leandro Vissotto, que saiu de quadra com dores na virilha e preocupa para o restante da competição. No outro duelo das semifinais, o jogo promete ser bem mais equilibrado. A Bulgária liderou o Grupo A na fase de classificação, perdendo apenas um jogo para a Argentina e, nas quartas de final, emplacou um 3 a 0 contra a seleção alemã. 
A Rússia também perdeu apenas um jogo na primeira parte do torneio ? derrota para o Brasil por 3 a 0. Depois disso, venceu aquelas que eram consideradas as duas favoritas para o ouro olímpico: Estados Unidos e Polônia.

*Terra