CIRCUITO BANCO DO BRASIL NACIONAL: Semifinais definidas em Goiânia


Foto da notícia
 Das 24 duplas que estiveram em ação neste SÁBADO (22.09), em Goiânia (GO), no início da fase principal da segunda etapa do Circuito Banco do Brasil Nacional Vôlei de Praia 2012/2013, oito voltarão à arena montada no Estacionamento do Shopping Flamboyant na manhã deste DOMINGO (23.09) para a definição das disputas.


Um total de 40 jogos foi disputado neste sábado, válidos pela fase de classificação e pela rodada das quartas de final. No domingo, serão realizadas as semifinais, finais e disputas de terceiro lugar. Os campeões e vices nos dois naipes garantirão vaga na etapa goiana do Circuito Banco do Brasil, principal competição do país, que acontecerá no mesmo local, no próximo final de semana.

No feminino, os confrontos definidos para as semifinais, às 8h30, foram Andrezza/Chell (AM/DF) x Thati/Érica Freitas (PB/MG) e Renata/Elize Maia (RJ/ES) e Ângela/Neide (DF/AL). A decisão será às 10h10. A brasiliense e a alagoana, que jogam juntas pela segunda vez, destacam o crescimento da dupla.

“Fizemos três partidas difíceis hoje, contra duplas fortes, e agora é descansar e concentrar para as semifinais. Eu e a Neide conseguimos treinar juntas, neste intervalo entre as etapas de Cuiabá e Goiânia, e isso nos fortalece neste início de trabalho”, acredita Ângela.

No masculino, os duelos das semifinais serão Franco/Daniel Souza (CE/RJ) x Juca/Luizão (BA/AM) e Márcio/Edson Filipe (CE/ES) x Beto Pitta/Lipe (RJ/CE), a partir das 9h20. A final será às 11h. O veterano Franco, de 45 anos, que foi vice-campeão da etapa de Cuiabá do Circuito Banco do Brasil no último final de semana, fala sobre a relação com o parceiro, 22 anos mais jovem.

“Acabo cobrando demais do Daniel. Ele é novo, 23 anos, e ainda não definiu um estilo de jogo. Mas atleta é isso: pressão, cobrança. E penso que dessa maneira estou contribuindo com o esporte, passando minha experiência para estes jovens, deixando um legado. Agora vamos conversar para amanhã entrarmos tranquilos na semifinal”, completa o cearense.

2º etapa do Campeonato baiano juvenil será realizada neste final de semana


Campeão da primeira etapa do Campeonato Baiano Juvenil Masculino, a equipe do Vitória participará no próximo fim de semana, da fase final da segunda etapa da competição, entre os dias 22 e 23, buscando vencer também esta etapa. A campeã baiana será a equipe que vencer o maior número de etapas.

Os jogos serão no ginásio da Associação Cultural Esportiva Braskem, no Costa Azul, com entrada franca.


O time treinado por Gindson Soares deverá iniciar o jogo com: Felipe, Aldemir, Luiz Felipe, Caio, Robert e Marlon.
O coordenador geral é Márcio Xavier, e o diretor de esportes olímpicos é Mário Ferrari.

TABELA 2ª ETAPA CAMPEONATO BAIANO JUV. MASCULINO 2012
Data Dia Hora Local Jogo

22/09 SÁB 14h Braskem Vitória x Perfil
22/09 SÁB 15h30 Braskem Perfil x Camaçari
22/09 SÁB 16h30 Braskem Vitória x Camaçari
22/09 SÁB 17h30 Braskem Perfil x AVC Asbac
23/09 DOM 9h Braskem Vitória x AVC Asbac
23/09 DOM 10h30 Braskem Camaçari x AVC Asbac

Diário de Bordo: Depoimento da cearense Paulla Pinheiro, jogadora da equipe americana Trinity Valley Community



                                                 
Ela tem 22 anos, é cearense e tem um futuro promissor. O Vôlei Nordeste conversou com Paulla, jogadora da equipe universitária americana Trinity Valley Community College que ajudou em 2012 a também equipe universitária Unifor (CE) a conquistar a fase regional da Liga Nacional, principal competição para as equipes nordestinas.
A atleta, que já conquistou pela  seleção cearense os Jogos da Juventude Norte-Nordeste, um Campeonato Brasileiro Juvenil e um Vice no Campeonato Brasileiro Infanto,  contou como foi o convite para jogar no exterior, seus objetivos, diferenças culturais, e os desafios de uma brasileira na adaptação com um novo estilo de jogo e treinamento.
Confira o depoimento 
Início
Comecei a jogar de brincadeira com os meus primos na casa dos meus avós, onde nos reuníamos  pra passar as ferias. Tinha 11 anos quando me apaixonei por vôlei. Depois dessas ferias, comecei a fazer escolinha no colégio e logo cheguei ao meu primeiro e único clube, O BNB Clube de Fortaleza, com 12 para 13 anos, e fiquei até meus 17, com os professores Gurgel e Adriano. Depois disso me mudei, fui jogar na  UNIFOR, na época ainda sob o comando dos professores Carlão e Ralciney, e fiquei por lá até me mudar para  os Estados Unidos.
Já  tive a chance de representar a Seleção Cearense em campeonatos nacionais e regionais, onde conquistamos alguns títulos importantes, como Jogos da Juventude Norte-Nordeste, um Campeonato Brasileiro Juvenil e um Vice no Campeonato Brasileiro Infanto. Também fui eleita a melhor atleta do estado em quase todas as categorias dos Campeonatos Cearense aos quais participei. Agora jogo na primeira divisão da liga NJCAA, nos Estados Unidos, pelo Trinity Valley Community College, o TVCC, com as Lady Cardinals. Meu time é um projeto bem novo, que  tem 2 anos de existência, mas que vem com tudo pro ano que vem, pra conseguir uma vaga no torneio nacional. Eu era a única estrangeira na última temporada, agora que nos temos mais duas chegando, uma brasileira e outra francesa, estou bem animada pra este ano.
 
Como foi o convite para jogar fora?
Amigos e contatos. A gente sempre ouve histórias de gente que já foi embora, e eu já meio frustrada com o futuro aqui no Brasil (principalmente pra uma baixinha como eu), uma simples pergunta de uma das minhas colegas de time já me fez pensar longe; "você teria interesse em jogar nos EUA?". Eu disse, "Na hora!". Depois disso passei por um processo de preparação psicologia e da minha família. Muita gente não acreditava que era possível, mas eu nunca pensei que não fosse dar certo. Meche aqui, meche ali, acabei conhecendo uma empresa que trabalha exatamente com atletas que desejam jogar fora, a XSPORTS Brasil. Rapidamente encontrei um College que me deu a oportunidade de ir, com bolsa de estudos completa. Sou muito feliz com esse time, mesmo tendo recebido outras propostas depois.

Aprendizado
Muitos, todos os possíveis. Morar em outro país,  pode ser assustador no começo: aprender outra língua, outra cultura, acostumar com saudade, mudar hábitos, faculdade, e estudos, vôlei  - tudo ao mesmo tempo. Não e fácil, mas acho que fui  bem! É preciso ter a mente muito aberta pras situações que aparecem, porque fazer comparações é inevitável. Mas tenho aprendido muito sobre gratidão, sobre amizades, sobre amor ao próximo, sobre pessoas, além da língua, e as coisas da faculdade, é um amadurecimento em todos os sentidos.

Idioma
O inglês, pra qualquer pessoa neste mundo, já não é mais uma língua totalmente estranha, mas também não é  de repente que você aprende e sai falando. Da mesma forma que cada pessoa aprende diferente, cada pessoa tem o seu próprio tempo. Eu nunca tinha feito nenhum curso antes, meu inglês era básico, que qualquer pessoa tem por senso comum ou que aprende no colégio. Mas pro voleibol, nunca me atrapalhou o fato de não saber inglês. Ficava observando tudo, prestando atenção. No final do dia sempre tinha aquela dor da cabeça básica, muita informação. No entanto, depois de um tempo você começa a esquecer dicionário (porque já não depende tanto dele), deixa de ouvir umas palavras e passa a ouvir outras, começa a entender a gramática e deixa de traduzir coisas do português, chega nos lugares sabendo o que vai fazer e o que pedir e começa a ter uma vida "normal". Depois de cerca de 5 meses eu já me sentia bem confortável. Foi quando eu percebi que já poderia colocar no meu currículo, "domínio do inglês", ou "fluência", ou sei lá, o termo que eles usam.

Pontos positivos e negativos
   
É difícil ficar longe da família, dos amigos, da rotina que já estava estabelecida antes. Você também perde um pouco de privacidade, pelo fato de morar com as meninas do time. Não dá pra fazer sempre o que se quer fazer. Também fazemos testes surpresa de drogas e álcool, então nada de beber! Ate mesmo sair para festas pode não ser uma boa escolha, dependendo da época. E a comida americana também pode ser um ponto negativo para algumas pessoas, mas pra mim só foi difícil ate eu me adaptar. Tenho uma tendência
 (fortíssima) a ser magra, então não senti grandes diferenças em relação ao peso. Mas a comida brasileira é, com certeza, muito mais saudável, embora não tenha a praticidade da comida americana. Todo o resto são coisas positivas. Acho que "aprender" seria a palavra central, porque tudo e, na verdade, um grande aprendizado. E quando você põe tudo isso na balança, vale muito a pena.
  
                                       
Família
Graças a Deus e a tecnologia, nunca ficávamos  muito tempo sem noticias. Durante as primeiras semanas, usava o computador da minha treinadora, e ficava em contato com quase todo mundo via Skype, Facebook e também por telefone. Às vezes, a gente até brincava que era mais conectada enquanto estava morando lá nos EUA, do que no Brasil.
Mas o conceito de Mãe muda. Família ganha um novo significado e no fim das contas, eles são mesmo o bem mais precioso no mundo. E tanto a família muda pra você, como você muda para a família. Até a minha avó, Dona Branca, que mora no interior passou a usar Facebook pra poder ter notícias minhas e de outros parentes também. Foi uma graça.  Lá nos EUA também "encontrei" outra família, melhor dizendo, mais duas, ou três. Tenho 3 "mães", uma delas, também brasileira, que foram pessoas fundamentais pra mim.

Diferenças do Brasil
As diferenças no mundo do vôlei, vão desde as regras, o estilo de jogo e treinamento até a produção e apresentação do jogo em si. Os americanos são muito mais práticos em relação a qualquer esporte, porque lidam sempre com a estatística. Outros aspectos também são importantes, mas a estatística esta sempre presente, mesmo nos treinamentos. Não interessa como você faz, contando que faça pontos. A questão tática também é  bem enfatizada nos treinos. Mas acredito que a grande diferença se deve as regras, que são diferentes.
Por exemplo, nos EUA o numero de substituições é  ilimitado, isso faz com que as jogadoras sejam bem especificas na suas posições. No meu time nos jogamos sempre com três atacantes na rede. É bom, porque gera uma rotatividade legal, e dá mais oportunidades para o grupo, embora, gere boas ponteiras que não sabem passar, por exemplo.

Futuro
 
Em relação ao vôlei,  estou bem animada para o ano que vem. Vamos ter mais duas estrangeiras, Nem preciso dizer que minha treinadora adora gente de fora! Ela já jogou com brasileiras antes, e entende bem a importância de ter estrangeiras no time. Pra mim é maravilhoso ter alguém que compartilha das mesmas sensações, porque as vezes é inevitável se sentir um peixe fora d'água, apesar de eu já se sentir em casa de algum modo. Em relação à faculdade, penso sim em me formar, depois transferir pra uma universidade e conseguir meu bacharelado em Biologia. Tenho algumas universidades em mente, mas nada definitivo ainda. Depois disso, ainda não sei exatamente por que caminho seguir, muita coisa por acontecer ate lá.
 




Mundial Universitário de Vôlei de Praia: paraibano Alvaro Filho agradece torcida alagoana e destaca importância da primeira medalha brasileira na história do mundial


Medalha verde-amarela - O Brasil também subiu ao pódio no Mundial Universitário de Vôlei de Praia 2012. Em uma disputa acirrada pelo bronze, decidida ponto-a-ponto, Luciano e Álvaro venceram os canadenses Pedlow/O’Gorman, por 2x1, na disputa de 3º lugar. É a primeira vez que uma dupla brasileira sobe ao pódio no Mundial Universitário.
Para Luciano, quarto colocado no Mundial 2010, mesmo não sendo a medalha de ouro, o bronze tem um gostinho muito especial para a carreira do jogador. “Esse foi meu último Mundial enquanto atleta universitário. Em 2014 já estarei com mais de 28 anos, idade limite para participar do campeonato. Ser, junto ao meu parceiro Álvaro, a primeira dupla brasileira a conquistar medalha em um Mundial Universitário é uma realização que vale ouro”.
Ainda de acordo com Luciano, a vantagem brasileira durante o tiebreake foi a tranquilidade em quadra da dupla e a vibração da torcida nas arquibancadas. “Entramos no jogo para jogar. Nossa tranquilidade prevaleceu enquanto a partida estava em seu momento mais tenso. O apoio da torcida também foi um elemento essencial para essa conquista. Em nenhum momento nos deixaram sozinhos e nos ajudaram a ganhar esse bronze”, conta.
O medalhista de bronze Álvaro Filho também destacou a importância de conquistar essa medalha em um Mundial disputado no Brasil. “Sou paraibano, então é uma conquista ainda mais especial para minha carreira. Ganhar um bronze num Mundial disputado aqui no Nordeste. Estou em casa”, completa Álvaro.
Quem também agradeceu o elogiou o apoio da torcida alagoana foi a atleta espanhola Alejandra Simon, vice-campeã no Mundial 2012. Bonita, simpática e dançando ao ritmo da música brasileira, ela conquistou o apoio da torcida durante os jogos. O público fez fila para fazer fotos com a jogadora após a partida que garantiu a dupla da Espanha na semifinal do Mundial.
“É minha segunda vez no Brasil e a primeira no Nordeste. A competição foi fantástica, pelo nível das duplas, pela nossa medalha, e pelo apoio dessa torcida. As pessoas são incríveis. O astral, os sorrisos e a energia foram fundamentais, além da beleza da praia, do mar. Vai ficar sempre na memória”, conta Simon. A dupla, que disputa junta o Circuito Mundial, tem como objetivo as Olimpíadas. “É nosso desejo e vamos treinar para isso”.
Edinilton Vasconcelos, presidente do Comitê Organizador do Mundial 2012, agradeceu a presença de todos os atletas e o espetáculo dos jovens em quadra, prestigiando o público de Maceió e do Brasil com Vôlei de Praia de alto nível durante a Cerimônia de Encerramento, realizada nas areias de Pajuçara. Portugal recebeu a bandeira da FISU e vai sediar o Mundial Universitário de Vôlei de Praia em 2014.

Mundial Universitário de Vôlei de Praia :paraibano Alvaro Filho conquista o bronze


O dia começou quente dentro e fora da arena do Mundial Universitário de Vôlei de Praia 2012, em Maceió (AL). Nas areias de alagoas, sol de 25ºC, na manhã deste domingo (16/09), para esquentar ainda mais as semifinais do Mundial 2012.
Duplas do Brasil, Alemanha, República Tcheca, Estados Unidos, Espanha e Canadá enfrentaram-se por um lugar na decisão do Mundial Universitário 2012. Melhor para alemães, espanhóis e norte-americanos que vão disputar o título. O Brasil conquistou a medalha de bronze com Luciano/Álvaro, ao derrota, Pedlow/O'Gorman (CAN). O jogo foi realizado na quadra central da arena na Praia de Pajuçara.
Pela chave feminina, as norte-americanas Ross/Day não tiveram dificuldades para derrotar, por 2x0, as tchecas Bonnerova/Hermannova. Já as espanholas Hopf/Simon fizeram uma partida bastante equilibrada diante das alemãs Laboureur/Schumacher. O jogo foi decidido apenas no tie-brake com vitória de Hopf/Simon. Estados Unidos e Espanha disputam a final feminina do Mundial 2012, às 13h, deste domingo (16/09) com transmissão AO VIVO pela SporTV 3.
Na disputa masculina, semifinais de tirar o fôlego. Na quadra principal, Luciano e Álvaro saíram atrás no jogo contra os alemães Dolinger/Shroder. Com apoio da torcida, os brasileiros conseguiram levar a partida para ao tie-brake, mas a parceria alemã foi mais objetiva e passou à final. Os adversários de Dolinger/Shroder (GER) na decisão do Mundial 2012 serão os espanhóis Garcia/Marco que derrotaram os canadenses Pedlow/O'Gorman na semi. A final masculina está marcada para 14h, na arena da Praia de Pajuçara, também com transmissão ao vivo da SporTV 3.

Rebecca se destaca e dá trabalho à 'madrinha' Larissa: 'Ensinei demais'


Rebecca volei de praia (Foto: Mauricio Kaye / CBV)
Rebecca foi alvo de um bombardeio durante toda a etapa de Cuiabá do Circuito Brasileiro. Os saques e os ataques adversários eram sempre nela, sempre a mais jovem em quadra. Nas semifinais, a cearense superou um início ruim e mostrou boa variedade de golpes. Largadinhas curtas, outras no fundo, driblando constantemente o bloqueio rival. Deu trabalho à Juliana e Larissa mas, mais uma vez, bateu na trave diante de suas "madrinhas". Retrospecto que ela espera mudar em breve.
Atleta da quadra no início, Rebecca foi selecionada por um projeto de Reis Castro, técnico de Juliana e Larissa, para desenvolver novos talentos do esporte. Por vezes treinou junto com as medalhistas olímpicas e foi evoluindo. Sagrou-se campeã brasileira sub-19 e sub-21. Foi eleita a revelação do Circuito Brasileiro no ano passado e, há menos de um mês, conquistou a prata no mundial sub-21, em Halifax, no Canadá.

- Acho que a gente ensinou bem até demais (risos). Ela começou no projeto junto com a gente, trabalhou com nosso técnico e na estreia com a Lili já ch
egou nas semis. Acho que elas têm tudo para representar bem o país e conseguir bons resultados. Estou bem orgulhosa porque ela começou com a gente e agora está aí, entre as melhores. Fico feliz que a gente tenha servido de bom exemplo para outras atletas - disse Larissa.
Rebecca fica lisonjeada com os elogios, mas sabe que ainda tem muita estrada pela frente. Para a parceria com Lili, a jovem atleta precisou mudar sua função em quadra para a defesa. Como é sempre a mais nova em quadra, recebe a maioria das bolas das adversárias, que atacam na esperança de que ela ceda à pressão.

A cearense, no entanto, reage com tranquilidade mostrando seu talento na bola. Se diz aberta às críticas e às dicas das madrinhas, e crê que, em um futuro não tão distante, poderá superá-las.

- Eu não estou muito acostumada com o jogo tão em mim, mas acho que consegui me safar bem. Sempre escuto muito os conselhos dela (Larissa) e tento colocar em prática. Sinto que ela está me empurrando já, pensando num futuro. Acho maravilhoso. Tento usar as manhas contra ela e a Juliana também, mas é mais difícil. Este foi o quarto jogo contra elas em que perdi por 2 a 1. Mas daqui a pouco vai chegar a minha hora.

Sportv

Mundial Universitário de Vôlei de Praia: paraibano Alvaro Filho e capixaba Luciano estão na semi


Brasil, Alemanha, República Tcheca, Estados Unidos, Espanha e Canadá estão nas semifinais do Mundial Universitário de Vôlei de Praia 2012. Neste domingo (16/09), às 09h, as parcerias disputam uma vaga na decisão do torneio. A final feminina será realizada às 13h e a masculina, às 14h, com transmissão ao vivo da SporTV 3.
Pela disputa masculina, as semifinais serão entre os espanhóis Garcia/Marco e os canadenses Pedlow/O’Gorman; Luciano/Alvaro (BRA) e Dolinger/Shroder (GER). Os brasileiros venceram a dupla tcheca Lenc/Pridal por 2x0 e carimbaram a vaga para a semifinal com o apoio da torcida alagoana presente na Praia de Pajuçara.
“O apoio da torcida sempre ajuda. E neste torneio universitário, como muitos atletas são novos e não jogam muito em grandes torneios, a pressão do público faz diferença. Agora é concentrar para a semi contra os alemães que estão fazendo um ótimo trabalho de base”, destacou Álvaro.
O Mundial Universitário de Vôlei de Praia 2012, em Maceió (AL), é uma realização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e da Federação Internacional de Esporte Universitário (FISU), com patrocínio do Ministério do Esporte e da Prefeitura de Maceió, apoio do Cesmac, Coca-Cola e Unimed.

Escolar e Universitário dividem arena em Maceió


Em paralelo ao 6º Campeonato Mundial Universitário de Vôlei de Praia, a arena montada na praia de Pajuçara recebe, neste sábado e domingo (15 e 16/09), o II Campeonato Brasileiro Escolar de Vôlei de Praia, realizado pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), com o apoio da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU).
Alunos de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Sergipe participam da disputa que servirá como seletiva para o Mundial Escolar de Vôlei de Praia 2013, cuja sede será Palma de Maiorca, na Espanha.
Ao todo 86 atletas estão envolvidos no evento, sendo 63 alunos de outros estados e 23 representantes da capital alagoana, divididos em duplas femininas e masculinas, nas seguintes modalidades: nascidos nos anos 1998/1999 e nascidos nos anos 1996/1997.
“O número de participantes está muito satisfatório e poder contar com esse apoio da CDBU na realização deste evento aqui em Maceió dá uma maior grandiosidade ao evento. As expectativas são as melhores possíveis”, destaca Djalma Pacheco, presidente da Federação Alagoana de Esportes Colegiais.
Para Luciano Cabral, presidente da CBDU, a realização dos eventos paralelamente permite aos jovens estudantes acompanhar o seguimento do esporte no ensino superior e sentirem-se estimulados a continuar praticando esportes. "É uma maneira destes alunos assistirem a alguns de seus ídolos, duplas de destaque nacional e internacional, e almejarem conquistas maiores no alto rendimento".

Mundial Universitário de Vôlei de Praia: destaques e nova geração juntos em Maceió


Na areia em Maceió (AL), Luciano/Álvaro, Vinícius/Raphael, Pauline/Raquel e Luana/Júlia representam o Brasil no Mundial Universitário de Vôlei de Praia 2012. E, por atrás deles, um time de peso compõe a comissão técnica da delegação.
Jackie Silva, medalhista olímpica e bicampeã mundial, e Ronald Rocha, treinador de Márcio e Fábio Luiz na conquista da prata em Pequim 2008, são os técnicos das duplas brasileiras no Mundial Universitário 2012. Caetano Rocha (FMN/AL), técnico do Brasil na Universíade 2011, e Francismar Garrido (FMN/PB) atuam como auxiliares técnicos da delegação verde-amarela.
Jackie e Ronald fazem parte da história do vôlei de praia brasileiro, pelas conquistas como jogadora e técnico, e estão tendo a oportunidade de conhecer o Mundial Universitário e a estrutura do evento.
“Fiquei encantado com o nível técnico da chave masculina. Temos pelo menos sete duplas em condições iguais de brigar pelo título. São jogadores novos, iniciando carreiras”, apontou Ronald. O técnico cearense treinou a dupla Franco e Roberto Lopes, com a qual foi bicampeão mundial e brasileiro, esteve na campanha da prata olímpica de Márcio e Fábio Luiz, em Pequim 2008, e agora treina Márcio ao lado de Edson Felipe, mais um jovem destaque das areias brasileiras.
Ronald e Caetano, que acompanham as duplas masculinas no Mundial Universitário, querem inclusive discutir com a CBDU a proposta de formar uma seleção permanente. “A ideia é manter pelo menos uma dupla em cada naipe em um trabalho contínuo, treinando e disputando torneios nacionais e internacionais”.
Jackie, que desde março treina e acompanha as duplas femininas sub-19 e sub-21, também elogiou o nível do Mundial Universitário e destacou a importância em estimular a união entre esporte e educação no Brasil.
“As duplas da Alemanha, Polônia e Estados Unidos neste Mundial são provas de que se pode conciliar alto rendimento com o estudo. Muitos atletas que estão aqui vão estar no Rio 2016. No Brasil, infelizmente, o bom jogador não estuda. Temos que mudar radicalmente este conceito e valorizar a educação. O esporte na escola e na universidade precisa ser valorizado. Significa a educação do jovem, do atleta, de um povo, de um país”, apontou Jackie.
Pauline, de 24 anos, comemora a estreia no Mundial Universitário jogando em casa com o apoio e energia da torica. “Conheço parte das duplas que estão em Maceió devido aos torneios que joguei fora do Brasil e sei que é um campeonato de alto nível. As expectativas são sempre de fazer o melhor. Eu e Rachel nunca jogamos juntas, mas tenho certeza que se continuarmos jogando unidas, o resultado será positivo. E não estaremos sozinhas, a torcida está do nosso lado”.
O Mundial Universitário de Vôlei de Praia 2012, em Maceió (AL), é uma realização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e da Federação Internacional de Esporte Universitário (FISU), com patrocínio do Ministério do Esporte e da Prefeitura de Maceió, apoio do Cesmac, Coca-Cola e Unimed.

CIRCUITO BANCO DO BRASIL: Tricampeão Ricardo está de volta a Cuiabá


Foto da notícia Tudo pronto em Cuiabá (MT) para a abertura da temporada 2012/2013 do Circuito Banco do Brasil Vôlei de Praia. E, na véspera do saque inicial, um dos recordistas de títulos da etapa mato-grossense compareceu à arena da competição, no Parque de Exposição, demonstrando fome de títulos. O baiano Ricardo (BA), tricampeão nas areias do Mato Grosso, está pronto para o início do torneio, nesta SEXTA-FEIRA (14.09), às 8h (9h de Brasília). A entrada do público é gratuita.

Nesta QUINTA-FEIRA (13.09), Ricardo participou, ao lado de Lili (ES), Rebecca (CE), do Governador do Estado, Silval Barbosa, e do superintendente estadual do Banco do Brasil, Luis Carlos Moscardi, do lançamento oficial da competição.

Com três títulos no currículo, Ricardo é um dos seis atletas tricampeões nas areias do Mato Groso. Ao lado do antigo parceiro Emanuel (PR), ele venceu as edições de 2003, em Cuiabá, 2006, em Várzea Grande (MT), e 2008, em Cáceres (MT). As medalhistas olímpicas Adriana Behar e Shelda (RJ/CE) venceram em 2001, 2002 e 2004. Juliana e Larissa foram campeãs das três últimas edições, em 2005, 2006 e 2008.

Nem mesmo o forte calor da capital mato-grossense diminui as ambições do campeão olímpico, que deseja ampliar sua coleção de títulos no Estado.
“O retrospecto é muito bom e espero que continue assim. O sol não me preocupa. Sempre morei em cidades com clima quente e somos parceiros há muitos anos”, brinca. “A torcida aqui é muito participativa e espero que lote a arena e aumente ainda mais a temperatura dentro da quadra”, completa.

Em 2012, o baiano terá a seu lado o carioca Pedro Cunha, com quem conquistou a quinta colocação nos Jogos Olímpicos de Londres. Depois de mais de um mês sem competir, a dupla garante estar motivada para o reinício das disputas.

“Viemos de uma temporada muito desgastante, onde tivemos uma preparação muito forte para brigar pela vaga olímpica e para chegar bem em Londres. Demos uma diminuída no ritmo nas últimas semanas porque tivemos uma exigência muito grande. Agora estamos motivados para jogar nesta temporada que teve tantas mudanças”, diz Ricardo.

Além de Ricardo/Pedro Cunha, outras 15 duplas masculinas disputarão o título da etapa de Cuiabá, entre sexta e DOMINGO (16.09): Alison/Emanuel (ES/PR), Bruno/Hevaldo (AM/CE), Harley/Benjamin (DF/MS), Billy/Ferramenta (ES/RJ), Thiago/Oscar (SC/RJ), Pedro Solberg/Bruno Schmidt (RJ/DF), Jorge/Renatão (PB), Evandro/Vitor Felipe (RJ/PB), Fernandão/Gilmário (ES/PB), Márcio/Edson Filipe (CE/ES), Beto Pitta/Lipe (RJ/CE), Marcus/Guto (RJ), Ícaro/Bernat (PB/RJ), Moisés/Thiago Aranha (BA/SP) e João Paulo/Márcio Gaudie (CE/RJ).

No feminino, serão 12 times na disputa: Juliana/Larissa (CE/PA), Talita/Maria Elisa (AL/PE), Ágatha/Bárbara Seixas (PR/RJ), Taiana/Elize Maia (CE/ES), Lili/Rebecca (ES/CE), Izabel/Pri Lima (PA/RJ), Shaylyn/Karin (CE/SUE), Maria Clara/Val (RJ), Ângela/Neide (DF/AL), Thati/Érica Freitas (PB/MG), Josi/Thais (SC/RJ) e Andrezza/Chell (AM/DF).