Mãe do vice-campeão mundial André Queiroz, Paula Queiroz fala sobre relação com o filho jogador do Al-Rayyan



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A assistente administrativa, Ana Paula Queiroz, de 44 anos é uma dessas mães apaixonadas pelo filho. Nas redes sociais ela não cansa de declarar o amor pelo filho. No facebook ela postou “Parabéns meu filho pela classificação. Amanhã estaremos na torcida. Amei você gritando que me ama na telinha, também te amo. (...) Estamos aqui torcendo por você. Te amamos muito. Se você me perguntar hoje qual presente gostaria de ganhar nesse dia das mães  sabe a resposta não é?! Ver vocês  campeões.”

O filho, que atualmente joga no Catar, não poupa elogios a mãe: “Ela sim, merece todas as homenagens, todo o amor que eu posso dá, todo o meu esforço. Mãe, a senhora é minha inspiradora, te amo Paulinha Queiroz!”

A mãe do atleta sempre apoiou a carreira do filho: “Apoie ele em tudo. Eu não queria me sentir culpada por alguma coisa que viesse não dar certo pra ele.” E nos momentos de decisões? “Ele soube lhe dar com as condições, porque o sonho falou mais alto.” Conta.

Morando no Catar a saudade não deve ser fácil?
 Ah, essa é a pior parte, sempre que ele vai embora parece que está sendo a primeira vez, coração fica apertado.
Qual a conquista mais importante que você se recorda?
 Quando ele foi chamado pra seleção do  Líbano, mas nesse dia ele chorou mais que eu viu?! Rsrs

Sobre o presente ideal nessa data tão especial, a pernambucana revela: “Queria muito ele perto de mim, meu Deus como eu queria”
Um feliz dia das mães Dona Paula e olha a declaração do filhão:

“Quero dedicar essa conquista a Mulher que me pôs no mundo, que me criou, que me deu a oportunidade de ser um Homem e fazer de mim tudo que sou, Ana Paula Queiroz, eu te amo, Mãe. Um feliz dia das Mães, infelizmente não estarei em Recife amanhã, mas quero te dizer que te amo muito e se não fosse a senhora desde o começo eu não seria essa pessoa que sou hoje, obrigado MÃE, eu te amo do fundo do meu Coração!


 
Paula, reprodução facebook

Mãe do jogador relevação no Mundial de Vôlei de Praia,Álvaro filho - Patricia Carvalho fala sobre a vida de mãe


Reprodução facebook
Elas são as responsáveis por gerir, cuidar, educar. São os principais exemplos nas nossas vidas. As que sofrem mais a cada derrota, consequentemente as que vibram ainda mais a cada vitória. Acordam cedo, de madrugada, ás vezes nem dormem. Se ser mãe é uma tarefa difícil, ser mãe de atleta é ainda mais.

Como disse o ex-lutador de judô Rogério Sampaio “Discretas ou torcedoras barulhentas, cheias de conhecimentos técnicos ou praticamente ignorantes quanto às regras do esporte, jovens ou maduras, todas as mães de atleta merecem destaque. Afinal, para o grande público, ela permanecerá sem nome, a mulher anônima por trás do sucesso do grande campeão, a mãe de alguém. Mas, para os filhos atletas, ela para sempre será reconhecida como a base sem a qual nunca viveríamos as emoções da vitória.”

O Vôlei Nordeste conversou com Patrícia Carvalho, mãe do paraibano, jogador de vôlei de praia Álvaro Filho.
Confira a entrevista:

Quando seu filho começou a se interessar por voleibol?
 Aos 14 anos de idade, fazia parte da seleção de futsal do Colégio Marista Pio X, e em companhia do pai foi apresentado ao professor Demi, técnico da seleção de vôlei de quadra da mesma instituição de ensino. O Álvaro  sempre recebeu o meu apoio incondicional para a prática de esportes, iniciou na natação, judô, handebol, futebol de campo, futsal e vôlei, respectivamente.

    Uma das principais dificuldades de um atleta é conciliar a rotina esportiva com a vida escolar. Como foi essa realidade para o seu filho? Como mãe, de que forma você tentava equilibrar isso? 
 Álvaro  sempre foi um aluno estudioso, esforçado, dedicado, diferente da grande maioria das crianças que normalmente praticam esportes, nunca necessitei chamar sua atenção neste sentido, ao contrário, tinha sempre em mente tirar boas notas, sempre conciliou de forma equilibrada, madura e tranquila suas responsabilidades. Essa dificuldade surgiu quando ele fez vestibular e passou para o curso de Edificações de Edifícios, momento em que necessitou fazer sua primeira difícil escolha, por não mais conseguir conciliar as duas tarefas sem prejuízo para ambas, em função de sua rotina diária de  atleta de alto rendimento.

   Como lidar com  a saudade em épocas de viagens longas?
FIVB
Não é uma tarefa fácil, sobretudo para uma mãe, mas tenho trabalhado de forma madura e consciente, afinal, criamos nossos filhos para que possam voar com segurança e cientes de sua capacidade.

Qual a conquista mais importante que você se recorda?

Para mim, a conquista mais importante que Alvinho teve, foi quando diante da impossibilidade de conciliar o curso de sua escolha com sua rotina de atleta, ele  enfrentou inúmeras dificuldades e fez a sua escolha pelo vôlei. Esta foi a sua maior conquista.

A rotina de mãe de atleta fica diferente em finais ou disputas decisivas? Impossível não ficar, confesso, eu paro tudo e curto com alegria, sempre que possível assisto os jogos.

Seu filho já passou algum dia das mães sem está com você? Se sim, como foi?
Reprodução facebook
 Sim, vários, ano passado mesmo ele estava jogando Circuito Mundial, mas não encaro como um fato triste, dia das mães deve ser todos os dias, sei que está bem e realizando seu trabalho, ou melhor, se realizando, existe presente melhor para uma mãe?

  Neste dia das mães qual o melhor presente que poderá receber?
Não me sinto no direito de receber presentes, uma vez que já os recebi quando Deus a mim confiou o privilégio de ser mãe.


Mãe do jogador de vôlei de praia Vitor Felipe, Aline Araujo conta experiência de ser mãe de atleta


Aline Araújo- reprodução facebook
Elas são as responsáveis por gerir, cuidar, educar. São os principais exemplos nas nossas vidas. São as que sofrem mais a cada derrota, consequentemente as que vibram ainda mais a cada vitória. Acordam cedo, de madrugada, ás vezes nem dormem. Se ser mãe é uma tarefa difícil, ser mãe de atleta é ainda mais.

O Vôlei Nordeste conversou com Aline Araujo, mãe do paraibano, jogador de vôlei de praia Vitor Felipe. Ela contou sobre a experiência de ser mãe de atleta e revelou o presente que gostaria de ganhar nesse dia das mães “Vê-lo com saúde e a vida lhe dando tão boas oportunidades é o meu maior presente. Vítor sempre foi muito responsável, muito correto e muito sensato nas suas decisões, hoje adulto, morando distante da família, ele se tornou um grande homem, só tenho a agradecer.”
Confira a entrevista:



  Quando seu filho começou a se interessar por voleibol?
Muito pequeno! Toda a família sempre gostou do vôlei, nos finais de semana tinha a famosa pelada no Iate Clube e nós íamos sempre, meu marido jogava e eu sempre brincava com ele, ensinando a dá manchete, toque de bola... Ai ele cresceu nesse clima, com 11 anos ele já estava na escolinha e com 13 anos já participava de campeonatos. Sempre apoiamos, acreditávamos que era uma forma de mantê-lo sempre no caminho mais saudável.

Uma das principais dificuldades de um atleta é conciliar a rotina esportiva com a vida escolar. Como foi essa realidade para o seu filho? Como mãe, de que forma você tentava equilibrar isso?
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 Sempre foi complicado, no começo eu achava que era algo passageiro,  que ele não iria levar o esporte pra o lado profissional, aí sempre falava pra ele que o correto seria estudar, conseguir bons resultados, pra que ele pudesse participar das competições. Algumas vezes cheguei a deixa-lo de castigo (KKK), mas chegou uma hora que não tinha mais como evitar, tivemos que apoiá-lo e deixar seguir o caminho de atleta que ele escolheu.

Como lidar com  a saudade em épocas de viagens longas?
Também é bem difícil, primeiro o fato dele não morar mais conosco já nos deixa com muita saudade, as viagens só aumenta a preocupação, nos falamos todos os dias e sempre que o fuso horário permite o skype e o watshapp hoje é indispensável, nosso maior parceiro, (KKK).

Qual a conquista mais importante que você se recorda?
 Nossa! Quem disse que consigo assistir o jogo inteiro? Sento, levanto, vou ao banheiro, fecho os olhos, o coração acelera... é complicado!

Algum fato curioso que já aconteceu relacionado ao seu filho?
Na etapa do mundial que ele foi campeão. Antes do jogo, ainda no quarto do  hotel, uma esperança entrou pela janela e pousou no braço dele, aí nos falamos e no vídeo ele mostrou: Mãe olha quem veio me visitar hoje. Então falei prá ele: Mãe vocês vão ser campeões, essa esperança vai te dá sorte, não deu outra, PÓDIO!

Seu filho já passou algum dia das mães sem está com você? Se sim, como foi?
 Vários, sempre fico triste, porque sempre nos reunimos e na maioria das vezes ele ta viajando, sempre damos um jeitinho de falarmos no skype, pra ele falar comigo, com as avós e tias.

Neste dia das mães qual o melhor presente que poderá receber?
 Vê-lo com saúde e a vida lhe dando tão boas oportunidades é o meu maior presente. Vítor sempre foi muito responsável, muito correto e muito sensato nas suas decisões, hoje adulto, morando distante da família, ele se tornou um grande homem, só tenho a agradecer.


Multiprofissional: conheça Paulo Frank - jogador de vôlei de praia, fotógrafo oficial da CBV e administrador do Voleinet

Imagem Jeremias
“Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.” A frase do filósofo chinês Confúcio, se adéqua perfeitamente a realidade do fotógrafo e jogador de vôlei de praia Paulo Frank. Dono do maior portal de vôlei de praia do Brasil, o baiano divide seu tempo com a vida de atleta, fotógrafo oficial da Confederação Brasileira de Voleibol e administrador do portal de maior conteúdo sobre a modalidade. 
A rotina diária desse multiprofissional envolve sol escaldante, areia fofa e uma jornada de oito ás vinte horas. Para alguns, isso poderia ser um sacrifício, já para Paulo essa é a sua principal alegria."É muito gratificante. Ver as fotos ganhando o mundo e está nos principais veículos de comunicação do Brasil. O mais gratificante de tudo é poder eternizar os principais momentos da vida deles como atletas."
 Quem assiste às partidas do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia pode comprovar a disposição dentro e fora de quadra. O Vôlei Nordeste conversou com Paulo Frank sobre as mudanças no voleinet, futuro profissional e a profissão de fotógrafo. Confira:

Como foi o início de sua carreira como jogador?
 Primeiro quero dizer que é um prazer estar falando para um publico tão querido como do Vôlei Nordeste. Acompanho as noticias e realmente o trabalho de divulgação para os atletas nordestinos é muito bom e só nos enche de orgulho. 

Reprodução: facebook
 Iniciei jogando vôlei de quadra aqui mesmo em Salvador aos 12 anos através do meu professor Edson no colégio estadual Pinto de Aguiar em Mussurunga o bairro que eu morava. Ele me indicou para um clube tradicional de vôlei e fui fazer os testes, fui aprovado. Daí foram cinco anos jogando quadra e conquistando 4 títulos baiano e jogando também pela seleção baiana até descobrir o vôlei de Praia aos 16 anos e me apaixonei mas foi curta a minha primeira participação de apenas 02 anos mas pode ver de perto grandes nomes do vôlei de praia como Paulão e Paulo Emilio que eram grandes ícones do cenário brasileiro.

Você ficou afastado do esporte por um longo período. Por que isso aconteceu?
Decide me afastar por aproximadamente 08 anos para trabalhar. Conheci a mulher de minha vida. A minha esposa Lícia na qual sou casado há 16 anos. Decidir me dedicar a construir uma vida mais digna e que nos desse condições de viver com mais dignidade. Juntos fomos trabalhando e crescendo na vida e passamos por muitos momentos de dificuldades mas superamos e chegamos ao nosso objetivo. Foi um período de muito trabalho e não havia tempo para outra coisa a não ser trabalhar para ter uma vida melhor. Sou uma pessoa muito focada e tudo que é pensável é realizável basta você planejar e focar.
O Esporte Clube Vitória tem um trabalho de investimento em esportes olímpicos. No vôlei de praia como se da essa parceria?
Foi muito gratificante esse convite do E.C Vitória iniciei apenas como atleta e veio o convite para coordenar e montar a equipe. Atualmente também ajudo o Clube nos outros 14 esportes que temos. São mais de 350 atletas envolvidos e podemos dar a nossa contribuição para o social desses atletas e até para transformar sonhos em realidades aos atletas de alto rendimento que Sonham e Podem chegar as Olimpíadas do Rio em 2016. No Vôlei de Praia do Vitória, oferecemos toda infraestrutura do Clube; fisiologia, médicos e academia quando necessário. O Clube oferece também todo material de treinos como: bola, rede, roupas de treino de viagem e o principal, nós empresta o nome do E.C Vitória para fazer parcerias. Temos hoje muitos parceiros como, preparador físico, treinador, nutricionista e uma empresa especializada em suplemento esportivo, onde fornece produtos para melhorar o desempenho de cada atleta.
Você é o coordenador técnico de vôlei de praia no ECV . Quais as demandas dessa área?
Como coordenador busco sempre o melhor para o atleta e para o Clube. Sempre estou em busca de parceiros e acredito que associar o nome de um grande clube como o Vitória a esse parceiro os benefícios são amplos. Como demanda busca sempre oferecer a melhor condição de treino para os atletas. Trabalhamos junto ao marketing e assessoria de impressa. Divulgamos os resultados dos eventos tanto em TV, jornal, rádio, internet e redes sociais. Nós reunimos periodicamente no Estádio do Barradão para acompanhar e monitorar o nosso planejamento.
 Como surgiu a ideia de criar um site especializado em Vôlei de Praia?
Logo quando voltei a jogar decidir empresaria uma dupla. Senti a necessidade de fazer um site para eles mais logo percebi a necessidade do mercado para poder ajudar a divulgar os menos conhecidos e que faziam do vôlei um verdadeiro espetáculo principalmente pelo que cada um desses atletas faziam para chegar até os torneios e eram merecedores de destaques. Dessa forma poderia facilitar a vida deles quando fossem buscar patrocínios, dai surgiu o Voleinet em  pouco mais de dois anos temos mais 350.000 acessos. Para um conteúdo exclusivo de notícias de vôlei de praia. É um grande desafio, mais como a cada dia mais pessoas e empresas acreditam nele como veiculo decidir investir mais e torná-lo a referência quando o assunto for Vôlei de praia.
O Vôlei NET é um dos poucos sites especializados em vôlei de praia. Como é feito o planejamento de postagens e disponibilização das imagens?
Como amo esse esporte achava justo que ele fosse tratado como realmente ele merece. O Vôlei de praia é o esporte mais vencedor do Brasil. Acumulamos muitas medalhas olímpicas e temos o campeonato mais forte e organizado do planeta. No nosso planejamento sempre pensamos em ter  novidade todos os dias no nosso site e divulgar tudo que for relevante quando o assunto for vôlei de praia. Recebemos centenas de e-mail e noticias de todo o mundo e desenvolvemos sempre matérias próprias. Tentamos sempre divulgar primeiro o que é noticias mais sempre com o compromisso com a verdade. As fotos sempre foi o ponto forte do Voleinet. A disponibilização das imagens sempre foi uma marca nossa. Nunca restringe o uso delas e ela sempre o foi grande divulgador do nosso site. É muito gratificante quando os atletas elogiam as fotos. Ver a felicidades deles não tem preço.
 Nos últimos meses o site passou por alterações, foi criada a coluna “Especialista” e mudanças no layout do site. Comente sobre essas modificações.
Ainda estamos em mudanças. O site não está completo ainda. Não é fácil passar por essa mudança mais foi necessária. Crescemos muito nesses últimos meses. Temos acesso de várias partes do mundo e acredito que foi na hora certa. Contratamos uma empresa americana e decidimos torná-lo um site de porte internacional, mas ainda com o objetivo de atender o vôlei brasileiro. Tornamos o design do site mais atraente e moderno inserimos a coluna dos especialistas onde personalidade do vôlei de praia como treinador, preparador físico, fisioterapeuta, jogador e jornalista possam escrever periodicamente sobre temas específicos de suas áreas. Acredito que será um sucesso e um grande ganho para o vôlei de praia poder compartilhar informações desses especialistas. Vamos continuar trabalhando para fazê-lo a cada dia melhor para você que acompanha o vôlei de praia brasileiro.
Hoje você é fotografo oficial da CBV. Conte como iniciou sua carreira com a fotografia e como concilia o trabalho de atleta e fotografo.
Iniciei fazendo fotos da dupla que eu apoiava e logo percebi a grande demanda de todos os atletas e decidir fotografar para ajudar o máximo de pessoas possíveis porque raramente eles tinham fotos para divulgar o trabalho deles. Com o tempo foi virando uma paixão e foi desenvolvendo mais habilidade e me reconheci nessa profissão. Tenho muito orgulho do que faço e de ser fotografo oficial do CBV. É muito gratificante. Ver as fotos ganhando o mundo e estar nos principais veículos de comunicação do Brasil. O mais gratificante de tudo é poder eternizar os principais momentos da vida deles como atletas.
Nas etapas que eu jogo e fotógrafo não é nada fácil. Exige muito esforço físico e psicológico, mas como amo as duas coisas ainda consigo administrar , mas confesso que esta chegando a hora de decidir. A cada dia a minha profissão como fotografo cresce e a responsabilidade aumenta faço fotos para grandes marcas e para grandes atletas e por isso já começo a pensar em parar de jogar.
 Quais os objetivos para os próximos anos?
Meu objetivo como jogador é realmente mais modesto. Quero apenas poder jogar para manter a forma e continuar fazendo o que amo. E participar de alguns torneios. Já no Voleinet é mais audacioso. Quero finalizar as mudanças no novo modelo e confirmar de vez a relevância no vôlei de praia brasileiro. Como fotografo quero continuar esse trabalho que eu amo como fotografo oficial da CBV cobrindo as principais competições do Brasil e estar preparado para quando surge a oportunidade do convite eu fazer o Circuito Mundial. E é claro o maior deles sem duvida, ser o fotografo das Olimpíadas de 2016.
Super Praia Salvador


Diário de Bordo: da Paraíba para o Qatar, levantador fala sobre experiência de jogar no exterior


As incertezas a cada final de temporada, condições precárias de treinamento e campeonato irregular assustam os atletas que tentam uma carreira de sucesso no voleibol brasileiro.

A opção encontrada por muitos, é tentar no voleibol estrangeiro uma oportunidade para alavancar a carreira.

O paraibano Matheus Araujo, encarou sua   primeira viagem internacional  para jogar fora do país. Levantador do Al-Gharafa Sports Club, do Catar,  o jovem de 22 anos é um dos exemplos da , contou para o Vôlei Nordeste um pouco de sua trajetória e experiências no vôlei árabe.

Como foi o convite para jogar fora
O convite surgiu através da empresa que me agencia, a DM7 que foi solicitada algum atleta com minhas características, e depois de exposto ao clube surgiu interesse de ambas as partes.

·       Qual foi a reação de sua família quando você decidiu jogar em outro país?
      A minha família me apoiou como já vinha apoiando desde que eu decidi sair da minha cidade pra seguir carreira, e ficaram bem felizes porque sabiam da minha vontade de ter essa experiência. Meu irmão, Klaus, já havia jogado vôlei de praia duas temporadas na Suécia, e me incentivou porque sabia do crescimento profissional e pessoal que se pode ter vivendo essa oportunidade.

·       Quais os aprendizados neste período fora do Brasil?                                                               Pela cultura ser muito diferente,fora e dentro de quadra, aprender a se adaptar é um grande crescimento, não só profissional como pessoal.
     Fale um pouco sobre pontos positivos e negativos de jogar em um país com uma cultura tão diferente.                                                                                                                          Em cada experiência que tive no Brasil pude absorver bastante de atletas mais experientes, de bons técnicos por quais passei, não só no esporte, mais como lidar com o sacrifício que todo atleta faz diariamente, como abdicar da família, a experiência gradativa me preparou para o que estou vivendo hoje
·      Quais as principais conquistas de sua carreira
Para mim as principais conquistas no esporte são as amizades feitas, o campeonato que mais me recordo foi um terceiro lugar num campeonato brasileiro de seleções, não pelo peso da medalha, mas pela união do nosso time, que já tínhamos amizade desde o tempo de campeonatos escolares

·       O que considera de melhor e pior na nossa estrutura?                                                             A estrutura de treinamento no Brasil é muito boa. Profissionais muito bem capacitados, mas muita instabilidade financeira atrapalha os atletas a permanecerem numa situação confortável.     


TOP10: equipe maranhense é segunda representante nordestina em competição com principais time de vôlei do país

O Sport Recife foi a primeira equipe nordestina a disputar a Superliga feminina, na temporada 07/08. Cinco anos se passaram até outra equipe da região conseguir a tão sonhada vaga para a principal competição do país na modalidade. O responsável pela realização desse sonho foi o Maranhão Vôlei.

O time garantiu em 2013 o segundo lugar da Copa Brasília, competição disputada por mais três integrantes da Superliga: Unilever(RJ), Brasília Vôlei(DF) e Rio-Sul(SC).
Na superliga, os resultados positivos começam a aparecer. A primeira vitória do grupo foi contra o Rio Sul. O time maranhense ocupa a 14ª posição com cinco pontos ganhos, sendo três nas últimas duas rodadas quando jogou em São Luís diante de sua torcida.

O time é liderado pelo técnico Chicão e tem como patrocinadores a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) e co-patrocinadores pela Wizard, Psiu e Ene. Além disso, tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, do Restaurante Dona Maria, do Laboratório Gênesis, da Eggos,da AABB, do Hotel Praia Mar, da Academia Estação Saúde e do Sistema Mirante de Comunicação.

TOP10: Alagoana é esperança nordestina em seleção adulta


Ele foi o principal representante nordestino na seleção masculina adulta de vôlei de quadra. Em 2013 ajudou a seleção do técnico Bernardinho na conquista da Copa dos Campeões e no vice-campeonato da Liga Mundial.

Na Copa dos Campeões, o alagoano foi eleito melhor jogador da partida em jogo contra os Estados Unidos. Peça fundamental para a conquista brasileira, o atleta sem dúvida é um dos grandes nomes nordestinos da atualidade. 
Sobre o Maurício:
Maurício Borges Almeida da Silva é natural de Maceió-AL. Ele foi revelado no Minas, time que defendeu por cinco temporadas. Aos 19 anos, já era titular da equipe e foi considerado o atleta revelação da Superliga 2007/08. Pelo Minas, foi vice-campeão nacional em 2007/08 e 2008/09 e campeão da Superliga 2006/07.

De 2006 a 2009 Maurício integrou as seleções de base. Foi campeão mundial juvenil com a seleção brasileira em 2009, na Índia, quando foi eleito o melhor jogador. Começou a integrar a seleção brasileira de novos em 2008. No ano seguinte, foi convocado para a seleção principal e em 2010 foi campeão da Liga Mundial com o time de Bernardinho.

Em 2011, defendeu o Brasil no Pan-Americano de Guadalajara, ajudando a seleção brasileira a levar o ouro. Em 2012, pelo Sada Cruzeiro, sagrou-se campeã da Superliga. Atualmente o nordestino joga pelo Minas. 

Informação: site Sada Cruzeiro

TOP10: Revelação do vôlei de praia, sergipana coleciona títulos

A mais jovem brasileira convocada para a disputa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Prata no Mundial Sub-23 na Polônia; ouro no Mundial Sub-21. Além do título de campeã brasileira Sub-21. Isso tudo com 15 anos. 

Em 2013 ela simplesmente foi a primeira atleta brasileira de voleibol a disputar três Mundiais de base em um mesmo ano. Dona de títulos de gente grande a sergipana Duda Lisboa, nascida em 1º de agosto de 1998, já carrega a expectativa de se tornar um dos principais nomes do vôlei de praia brasileiro. 

Pelo desempenho espetacular, por representar tão bem Sergipe e todo Brasil, nosso#TOP10VôleiNordeste não poderia deixar de fora essa menina que já é uma realidade no voleibol nacional.

“No meio de tantas mudanças no cenário do vôlei de praia internacional, um belo exemplo foi dado. A jovem Duda, como é conhecida, mostrou ao mundo que não existem limites quando se quer conquistar um objetivo.” Bruna Dealtry

TOP10: Unifor representa o Nordeste em disputa nacional



Quem assistiu a final da Supercopa Banco do Brasil exibida pelo Canal Sportv, deve lembrar o quão bom é ver uma equipe regional em uma disputa a nível nacional. Emoção maior é ver o bom nível do nosso voleibol sendo mostrado para todo Brasil .

A equipe cearense universitária Unifor é o nosso terceiro grande momento em 2013. Para quem não sabe a Unifor conseguiu em 2010 vaga para disputar a Superliga – o primeiro time nordestino a conseguir o feito. Mas teve que abdicar da vaga por não ter tido apoio financeiro.

Em 2013 eles nos representaram na Supercopa Banco do Brasil, conseguindo um emocionante 2º lugar. Além do primeiro lugar da etapa regional da mesma competição e o 2º lugar do campeonato cearense. 

Pelo bom desempenho apresentado. Por ser nossa referência regional, junto com os baianos do Vitória, os pernambucanos do Sport e dos também cearenses da Universidade Federal do Ceará – UFC, o nosso TOP10 vôlei Nordeste tem o prazer de parabenizar essa grande equipe

TOP10: Paraibano é eleito revelação do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia


Sem dúvidas, o atleta que mais falamos em 2013: Chapéu de coro neles
 
Eleito pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) como revelação e o jogador que mais evoluiu o paraibano foi considerado o melhor jogador do Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, na Polônia.

Além destes títulos, o jovem de 22 anos , conquistou ao lado do baiano Ricardo outros feitos importantes, como o bronze na última etapa do Circuito Mundial, o Grand Slam de Moscou, na Rússia. Além do ouro no Grand Slam de Gstaad, na Suíça, e a prata na Copa do Mundo da Polônia

Por ter mostrado o melhor do voleibol nacional no mundo. Por toda emoção e felicidade proporcionada aos brasileiros, em especial a nós nordestinos, o nosso segundo lugar no TPO10 do Vôlei Nordeste vai para o Álvaro Filho.
Que 2014 seja um ano de sucesso