
Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o técnico da dupla, Francimackson Adriano, conta que mesmo sabendo o nível da competição, já havia uma expectativa em torno da dupla potiguar.
- Sabíamos que seria uma competição difícil, que contaria com atletas de regiões onde o vôlei de praia tem uma escola forte. A grande dificuldade estava em um confronto com as atletas de Santa Catarina e Rio de Janeiro – declara o treinador.
A dupla potiguar terminou em segundo lugar nas Olimpíadas Escolares em Cuiabá, ficando atrás apenas da dupla carioca, formada por Paula Hoffmann, atleta do Fluminense, e Luisa Domingues, ex-jogadora do Flamengo. Para o treinador, não foi surpresa a boa apresentação da dupla na competição.
- Embora fosse um grande torneio, elas já vem se apresentando em um ótimo nível técnico há algum tempo. Esse segundo lugar serviu para premiar a Larissa e a Aline pelo trabalho que elas estão fazendo – comemora Adriano.
Ainda de acordo com o treinador, o grande problema para as atletas é a falta de patrocínio. Segundo ele, a falta de visão por parte de quem financia o vôlei no Brasil impede que a modalidade ganhe aceitação do público da mesma forma que acontece com o vôlei de quadra.
-Na quadra, o público se sente mais confortável. Já na areia, muitos fatores atrapalham, e quando não tem boa demanda de público, o patrocinador não investe. As meninas fizeram uma excelente campanha no circuito regional, mas todo o patrocínio que tiveram veio dos pais. Ainda se investe pouco no voleibol de base no Brasil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário